A Bela e o Bester: O crime real que virou docuseries na Netflix

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A produção aborda sobre um dos casos mais bizarros do true crime.

Foto: Reprodução / O centro da narrativa é Thabo Bester, um criminoso condenado por assassinato e estupro, apelidado de “Facebook Rapist” por atrair vítimas via redes sociais antes de atacá-las

Se você acha que já viu de tudo em true crime, A Bela e o Bester pode redefinir o que significa “história inacreditável”, e não apenas porque parece roteiro de Hollywood, mas porque tudo aqui aconteceu de verdade. A minissérie documental sul-africana chegou à Netflix em setembro de 2025 e mergulha no que muitos já classificaram como um dos casos mais bizarros de fuga e manipulação dos últimos anos.

O centro da narrativa é Thabo Bester, um criminoso condenado por assassinato e estupro, apelidado de “Facebook Rapist” por atrair vítimas via redes sociais antes de atacá-las. Sentenciado à prisão perpétua, ele teria “morrido” num incêndio em sua cela no Centro Correcional de Mangaung em 2022? até que evidências forenses começaram a revelar uma verdade muito mais perturbadora.

O corpo encontrado na cela não era de Bester, e sim de outra vítima, e a partir daí a investigação desmoronou a versão oficial. A fuga ousada, que envolveu a forja da própria morte, levou a um dos maiores casos de manipulação documental e fraude da história recente.

A trama fica ainda mais estranha com a presença de Dr. Nandipha Magudumana, uma médica celebridade na África do Sul com uma carreira sólida em dermatologia e estética. Segundo a docuseries, ela teria desempenhado um papel essencial no plano de fuga, alegando ser “esposa” de Bester para retirar o corpo e facilitar sua fuga.





Fonte: TV Alagoas

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