Carol Francischini fala sobre problemas com bebida e internação: “Estava em depressão profunda”

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Carol Francischini, de 37 anos, falou abertamente sobre sua trajetória em entrevista ao podcast 100segredopod. De acordo com ela, o início profissional foi incentivado pelos pais, com quem já não tem mais contato. “Fui para Nova York com 12 anos. Não sentia a responsabilidade. Achava que ia brincar de ser modelo e voltar, mas virou um trabalho sério. Meus pais que queriam que eu fosse. Fui jogada para esse mundo. E acabou dando certo”, disse.No bate-papo, Carol afirmou ter passado por uma série de problemas com o consumo de bebida alcoólica. “Comecei a beber muito cedo, recorria muito ao álcool. Só fui lidar com essa situação depois de velha. No ano passado, cheguei a me internar em uma clínica. Estava em depressão profunda, muitas coisas vinham acontecendo e nunca parei para olhar para mim. Também fui mãe muito nova. Foi importantíssimo tirar esse tempo, ter essa pausa, começar a fazer terapia.”Ela também avaliou o que a motivou a recorrer ao consumo de álcool. “Para começar a exagerar (na bebida), o gatilho foi a pressão. A pressão de sustentar a minha família, de fazer sempre mais, de não ter tempo para mim, sempre sustentei toda a minha família.”De acordo com Carol, a administração financeira foi um complicador. “Nunca cuidei do meu dinheiro. Deixava tudo nas mãos dos meus pais. Isso acabou me atrapalhando muito. Hoje em dia, não falo mais com eles. Com o passar do tempo, você vai descobrindo que as pessoas — por mais que sejam família — não são exatamente como você pensa. Elas acabaram tomando conta da maior parte tudo”, diz ela, contando que investiu seu primeiro cachê mais polpudo em uma cirurgia estética. “Tinha orelhão, uma orelha de abano. O primeiro dinheiro que ganhei foi para operar.”Na opinião da modelo, o acompanhamento psicológico deve ser encarado com naturalidade. “A terapia não é mais um tabu (no mundo da moda). Vejo o quanto é necessário para todos”, disse.MaternidadeMãe de Valentina, de 13 anos, ela não faz questão que a filha siga seus passos profissionais. “Só deixaria se eu pudesse acompanhar. Não deixaria minha filha ir sozinha. Meu medo é o de vê-la se perder como eu me perdi um dia”, afirma. Questionada sobre o que a fez “se perder”, Carol respondeu: “Quando comecei a beber. Ela afirmou que o processo de deixar o vício foi significativo. “Tive ajuda dos meus amigos. Eles que me ajudaram, além da terapia.”





Fonte: TV Alagoas

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