Segurar o espirro parece educado, mas o corpo discorda. Esse reflexo é um “reset” natural das vias aéreas e, quando interrompido, pode causar efeitos curiosos, e até arriscados, segundo pesquisas publicadas no The Laryngoscope.
O que a ciência explica sobre segurar o espirro?
Uma pesquisa publicada no periódico científico The Laryngoscope usou modelos de dinâmica de fluidos para medir a pressão gerada durante o espirro e identificaram picos que podem ultrapassar 5.000 pascals, muito acima da respiração normal. Esse aumento abrupto de pressão explica por que bloquear o espirro força o ar para regiões sensíveis, como ouvidos e seios da face.
Segundo a análise, ao impedir a saída natural do ar, essa energia não desaparece, ela se redistribui pelo corpo, elevando o risco de dor, inflamações e lesões raras, o que reforça a orientação de especialistas em otorrinolaringologia para não suprimir esse reflexo natural.
Segurar o espirro pode afetar sua saúde, foco e bem-estar
O espirro é um mecanismo automático de proteção que limpa o nariz de partículas irritantes. Bloquear esse processo cria uma pressão interna inesperada, capaz de gerar desconforto imediato e distração, afetando foco e produtividade.
Além disso, o corpo gasta energia tentando compensar a interrupção do reflexo, o que pode resultar em tensão muscular e sensação de mal-estar, especialmente em ambientes de trabalho ou estudo.
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Como esse conhecimento pode ser aplicado no dia a dia?
A solução é simples e prática: em vez de segurar, direcione o espirro para um lenço ou para o braço, mantendo a higiene. Isso reduz riscos e evita constrangimentos sociais.
Adotar esse hábito melhora o conforto físico, reduz distrações e ajuda a manter a atenção em tarefas importantes, sem sobrecarregar o corpo.

Quais curiosidades e estratégias complementares ajudam a entender melhor o espirro?
Entender esses detalhes ajuda a tomar decisões mais conscientes no cotidiano. Veja alguns fatos rápidos que ampliam essa visão e mostram por que respeitar o espirro faz diferença:




