Trump afirma que começou o processo de limpeza de minas no Estreito de Ormuz

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado que já começou o “processo de limpeza” de minas no Estreito de Ormuz, enquanto seu país e o Irã iniciam negociações de paz no Paquistão para pôr fim à guerra. “Agora estamos começando o processo de limpeza do Estreito de Ormuz como um favor a países de todo o mundo, incluindo China, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha e muitos outros”, escreveu Trump em sua rede social própria, a Truth Social.

O presidente americano, que criticou nas últimas semanas seus aliados por se recusarem a reabrir militarmente a via marítima bloqueada por Teerã, declarou que esses países “não têm coragem nem vontade de fazer este trabalho eles mesmos”. Além disso, atacou os veículos de comunicação porque, segundo disse, “adoram dizer que o Irã está ganhando quando, na realidade, todo o mundo sabe que eles estão perdendo, e perdendo muito (…) Sua Marinha desapareceu, sua Força Aérea desapareceu, seu sistema antiaéreo é inexistente, seus radares morreram, suas fábricas de mísseis e drones foram praticamente aniquiladas junto com os próprios mísseis e drones e, o mais importante, seus ‘líderes’ de longa data já não estão conosco, louvado seja Alá!”

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Em outra mensagem publicada neste sábado, o presidente americano garantiu que está acompanhando de perto os preços dos fertilizantes, afetados pela guerra, e que “não tolerará a especulação” que prejudique os agricultores americanos. Da mesma forma, afirmou que um grande número de petroleiros de todo o mundo está se dirigindo aos Estados Unidos para “carregar o melhor e mais precioso petróleo”, em referência ao produto americano, devido à guerra no Irã.

As negociações entre Estados Unidos e Irã começaram neste sábado em Islamabad, com a participação do vice-presidente americano, J.D. Vance, um dia após Trump alertar que abrirá o Estreito de Ormuz pela força caso as conversas fracassem. Desde o anúncio do cessar-fogo temporário entre ambos os países, alguns navios transitaram pelo Estreito de Ormuz, embora as tensões mantenham a incerteza sobre a solidez da trégua.



Fonte: Gazeta do Povo.

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